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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Vamos Salvar o Big Mac

O Big Mac “se tornou menos relevante”, escreveu um grande proprietário de franquias do McDonald’s em um memorando para outros franqueados, em julho. O atual problema do maior fabricante de hambúrgueres do mundo é que o seu lanche já não é bom o bastante.
Só uma em cada cinco pessoas da geração do milênio, nascidas entre 1980 e 2000 e público-alvo do setor de fast-food, já experimentou o sanduíche símbolo do McDonald’s, de acordo com o memorando. O número de hambúrgueres vendidos pela rede nos Estados Unidos estagnou nos últimos anos e antes crescia a uma taxa anual em torno de 1% a 2%, dizem ex-executivos da firma.
Novas redes estão surgindo com receitas gourmet para paladares sofisticados e atendimento rápido e casual, enquanto a estratégia do McDonald’s há 60 anos tem como pilares a agilidade e o baixo custo.
“Temos que ajustar isso”, disse Mike Andres, líder executivo das operações do McDonald’s nos EUA, em entrevista recente ao The Wall Street Journal. “Como podemos oferecer o melhor hambúrguer na velocidade do McDonald’s e no valor esperado do McDonald’s? É nesse sentido que estamos trabalhando.”





Um comitê “sensorial” está ajudando o McDonald’s a voltar a se concentrar em sabor. A companhia está testando o uso de carne fresca em vez de congelada, técnicas diferentes de cozimento e um sistema de pedidos de hambúrgueres personalizados. Steve Easterbrook, que assumiu como diretor-presidente no ano passado, diz que a companhia está testando novas coisas e repensando as “crenças do seu legado”.
O McDonald’s obtém cerca de 70% das suas vendas nos EUA por meio do drive-through, sistema que permite que o cliente faça o pedido sem sair do próprio carro. Os hambúrgueres são preparados previamente e mantidos aquecidos, assim já estão prontos quando os clientes chegam. O McDonald’s afirma que a sua meta de tempo de entrega, do momento do pedido até o cliente recebê-lo, é de 90 segundos.
Os hambúrgueres ainda representam em torno de 20% das vendas totais do McDonald’s, que em 2015 somaram US$ 8,6 bilhões nos EUA, dizem ex-executivos.
Tentativas feitas nos últimos anos de vender hambúrgueres com ingredientes de melhor qualidade a preços mais altos não foram bem-sucedidas. Os americanos, por exemplo, consideraram cara demais a linha de hambúrgueres Angus, lançada em 2009 a preços entre US$ 4 e US$ 5.
Executivos e consumidores também perceberam que a qualidade dos lanches caiu. Os hambúrgueres do McDonald’s ficaram em último lugar na última edição da pesquisa sobre sabor da publicação “Consumer Reports”, que avaliou 21 redes de hambúrgueres, em 2014.
O resultado se deve, em parte, à busca do atendimento rápido ocorrida a partir dos anos 90, diz Larry Light, ex-diretor de marketing do McDonald’s. Em um ano, a rede deixou de aquecer os pães, diz Light. Em outro, passou a preparar os hambúrgueres no microondas. “O impacto cumulativo foi muito negativo”, diz. Segundo ele, em 2003, o McDonald’s começou a reverter essas mudanças.
No passado, hambúrgueres de baixo custo tinham um forte impacto na receita. Só o cheeseburger duplo, por exemplo, chegou a responder por cerca de 4% da receita nos EUA, segundo um ex-executivo. Mas não impulsionaram os lucros, então a rede passou a migrar para um cardápio mais caro a partir de 2013.




A iniciativa de passar a vender ao longo do dia todo itens de café da manhã ampliou o número de clientes, mas as vendas desaceleraram. Em julho, o McDonald’s divulgou que as vendas nas lojas abertas há pelo menos 12 meses cresceram 1,8%, abaixo da expectativa do mercado, de 3,2%. A empresa não revela as vendas de hambúrgueres separadamente.
As ações do McDonald’s subiram 11,03% nos últimos 12 meses, mas acumulam queda de 14,03% em relação ao pico registrado nas últimas 52 semanas, de US$ 131,96, em maio.
Redes de comida rápida e casual que usam ingredientes mais frescos e de qualidade superior têm crescido mais rápido que as de fast-food. Em 2015, o tráfego de clientes nas redes de comida rápida e casual subiu 9%, enquanto ficou estável nas de fast-food.
Redes de hambúrgueres de melhor qualidade, como a Five Guys Holdings LLC, Smashburger Master LLC e Shake Shack Inc., estão crescendo mais rápido que o McDonald’s, especialmente entre a geração do milênio, que hoje representa o maior grupo demográfico dos EUA.
O grupo de pessoas dessa geração que visitou a rede Smashburger, bem menor que o McDonald’s, mais de uma vez por mês, por exemplo, cresceu 11 pontos percentuais entre o fim de 2013 e o segundo trimestre deste ano, enquanto nas lojas do McDonald’s a alta foi 6,5 pontos percentuais, de acordo com a Technomic Inc., que estuda a indústria de alimentos.
Os dois maiores rivais do McDonald’s adotaram uma abordagem diferente. O Burger King, da Restaurant Brands International Inc., que é controlada pela firma brasileira 3G Capital, no passado foi além do seu cardápio principal, que conta com hambúrgueres grelhados, oferecendo vitaminas de frutas, wraps e saladas, mas voltou a apostar em hambúrgueres baratos de olho nos consumidores de baixa renda. A rede Wendy’s Co., que usa carne fresca, está atuando em um nicho intermediário entre fast-food e o segmento de hambúrgueres mais sofisticados, com preços ligeiramente mais altos.
No McDonald’s, os especialistas do comitê sensorial, composto de chefs, fornecedores e executivos, avaliaram nos últimos 12 meses, pela primeira vez, cada hambúrguer do McDonald’s comparando-os com os da concorrência.
A rede também está testando diferentes tipos de carne, pães e ingredientes, levando em conta tempo de cozimento e temperaturas. “Queremos fazer as coisas o mais fácil possível, mas o sabor está acima de tudo”, diz Andres.
As iniciativas integram um esforço mais amplo de Easterbrook, que tem pressionado os executivos a rever cada item do menu. Em alguns produtos, por exemplo, a empresa voltou a usar manteiga, em vez de margarina, e eliminou ingredientes artificiais.
Em certos mercados, a rede está testando cardápios com hambúrgueres customizados, permitindo que o cliente escolha o tipo de carne, pão e acompanhamento que quer. Os franqueados argumentam que não faz sentido se concentrar no atendimento dentro da loja, quando uma parte tão grande da receita vem do drive-through. E dizem que os clientes reclamam da demora. Para tornar o hambúrguer customizado viável à velocidade exigida no drive-through, o McDonald’s reduziu o número de opções de ingredientes de 14 para seis.
No que pode ser uma grande mudança, uma franquia de Dallas convenceu a rede a autorizá-la a usar carne fresca, diz Easterbrook. O McDonald’s usa carne congelada desde os anos 70. Isso poderia tornar o atendimento mais demorado, já que exige, por exemplo, que a carne seja temperada na loja. Ela pode tornar o processo mais complexo, segundo pesquisa da firma financeira Nomura Securities feita em julho com 27 franquias americanas do McDonald’s, que têm um total de 199 restaurantes. E ainda há um risco maior de contaminação.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Tim Mec Vey o campeão do game Nibbler de 1984

Pequena explicação do Game:

Nibbler é um jogo de arcada da  Rock-Ola , o jogo de maior sucesso lançado pela empresa. Sua jogabilidade é uma variante do Pac-Man e cobra : o objeto é navegar a cobra através de um labirinto fechado, enquanto consumindo pontos ao longo do caminho. O comprimento dos cobra aumenta com cada objeto consumido, fazendo com que o jogo mais difícil. O jogador deve evitar colidir com as próprias secções do corpo da cobra. Depois de todos os objetos na tela ter sido comido, o jogador avança para a próxima labirinto.




A Competição:

Nibbler foi o primeiro jogo de vídeo com um contador de pontuação de nove dígitos e o primeiro jogo em que era possível para um jogador  marcar um bilhão de pontos. Os padrões básicos e estratégias utilizadas para alcançar que foram introduzidos em A Twin Galaxies Arcade por Tom Asaki de Montana , que fez uma peregrinação ao arcade em Ottumwa, Iowa em 1983. Asaki teve como objectivo tornar-se o primeiro jogador a chegar a um bilhão de pontos e como o Nibbler, estava executando um concurso para encontrar o primeiro jogador a ganhar bilhões pontos. Devido a uma série de contratempos, Tom só alcançou uma pontuação de 838 milhões de pontos. 

A marca de um bilhão pontos foi primeiro atingido por Tim McVey no Twin Galaxies Arcade em 17 de janeiro de 1984, marcando 1,000,042,270 pontos. A notícia de sua realização foi realizada pelos serviços de uma reportagem sobre sua façanha que assim foi publicado na edição de julho de 1984 da Revista Computer Games . Como McVey era um residente de Ottumwa, que acabava de ser declarado como a "A Capital de Vídeo game do Mundo", ele se tornou o primeiro jogador de videogame na história a ter um dia   em sua homenagem: "Tim Dia McVey"  28 de janeiro de 1984. Funcionários do rock-Ola, fabricante do jogo, deram de premio para o Sr. McVey uma máquina de arcade do "Nibbler".



Logo depois a marca foi quebrada por um italiano Enrico Zanetti que quebrou o recorde e a pontuação de McVey, sua pontuação foi  de 1001073840 em 27 de setembro de 1984. No entanto, este não foi descoberto por qualquer pessoa no Estados Unidos até os anos após a maratona e nunca foi oficialmente verificada. Sua pontuação tem sido contestada, principalmente por McVey e Rick Carter. Mas nos últimos anos uma documentação  provou que Enrico Zanetti, de fato tinha  quebrado o recorde mundial e mante por 27 anos.

Décadas mais tarde, Dwayne Richard do Canadá quebrou a marca de um bilhão ponto cobiçado. Em seguida, as placas de circuitos usados ​​em seu jogo foram analisados ​​e encontraram  um problema no tempo do game, que o fez ganhar vantagem na contagem dos pontos. Por seu pedido, a pontuação do recorde mundial foi removido do placar Twin Galaxies Internacional.



Vinte e nove anos depois, a pontuação foi quebrado quatro vezes no espaço de menos de dois anos. Rick Carter de Glen Burnie, Maryland foi o primeiro a quebrar a barreira do bilhão de ponto e reivindicou o recorde mundial com uma pontuação de 1002222360 em 31 de julho de 2011. 

Mas foi ai que Tim McVey alguns meses  depois, no Natal de 2011, conseguiu superar a pontuação de 1041767060, e voltou a ser o campeão de Nibbler.


Gostou? Assista o documentário que já está disponível  Man VS Cobra

Em 2013, oprodutor / diretor / editores Andrew Seklir e Tim Kinzy usado Kickstarter para financiar a realização de um documentário , intitulado Man vs. Cobra: The Long and Twisted Tale of Nibbler , sobre as dificuldades de atingir uma pontuação de um bilhão de ponto Nibbler . O documentário foi filmado desde 2008 e foi impulsionado com sucesso em 16 de Setembro de 2013. O filme estreou no Fantastic Fest de Austin, Texas, em 27 de setembro de 2015 onde ganhou o Prêmio do Júri de Melhor Filme Documentário. Em 17 de abril de 2016 o filme fez sua estréia canadense na Underground Film Festival Calgary onde novamente ganhou o Prêmio do Júri de Melhor Documentário..

Assista no NetFlix Completo ou confira o Trailer a Baixo.










Campinas a Cidade dos Ovnis


A cidade de Campinas-SP é visitada por vidas alienígenas já há muito tempo. São inúmeros os relatos de avistamentos, inclusive gravados em vídeos, sendo que alguns pontos da cidade já esão famosos por servirem de ‘base’ para o pouso de naves espaciais, como por exemplo nas fazendas que beiram a Estrada das Cabras, em Joaquim Egídio. Mas vamos então abordar alguns relatos, casos ou pontos conhecidos por neles serem avistados alguns habitantes turistas de outros planetas

Avistamento de OVNI em Sousas - 1969



O fotógrafo profissional Olney Diniz fez três fotos de um suposto Ovni sobrevoando a região de Sousas.
Estava ele brincando com sua cachorrinha de estimação, quando, segundo ele, ouviu um barulho muito alto, parecido com o som de um elevador em movimento. Quando olhou para cima, viu o objeto que voava na altura, mais ou menos, de um poste.
Sobre o Disco Voador: “A cor do disco voador era prata/cinza, brilhante. Não vi nenhuma luz e a cor era do próprio metal. A minha maior preocupação foi com o foco da máquina fotográfica: puxei o carro da máquina para o infinito. Quando eu consegui pegar a máquina o disco voador já estava numa altura maior”.

Coincidentemente, a região é até hoje conhecida por ser ‘pista de aterrissagem’ de discos voadores. Talvez também não seja por acaso que lá fique o observatório espacial de Campinas


Lagoa do Taquaral esconderia portal submerso para outra dimensão





São vários os relatos de que, abaixo da Lagoa do Taquaral, existe um portal para outra dimensão. Segundo alguns ufólogos, existiram vários desses portais espalhados por Campinas, e um deles ficaria no Pq. Portugal, na lagoa. 




quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Notícia - He-Man com Thundercats

Após a revelação de que os heróis He-Man e ThunderCats irão participar de um crossover nos quadrinhos da DC Comics, as primeiras imagens da luta dos personagens de 1983 foram divulgadas.
Ao que tudo indica, a história em quadrinhos vai se chamar He-Man / Thundercats #1 e teve Lloyd Goldfine e Rob David como quadrinistas principais. A arte foi desenvolvida por Freddie E Williams II e vai chegar às bancas norte-americanas nesta quarta-feira (5). Veja mais na galeria abaixo:
A série vai colocar o vilão de ThunderCats, Mumm-Ra, em missão para adquirir a Espada do Poder de He-Man para poder destruir os ThunderCats. Seu "plano dimensional" acaba criando uma grande crise que junta Lion-O, Cheetara, Tygra, Panthro, WilyKit e WilyKat com He-Man, Gato Guerreiro, Teela, Mentor e o resto dos Mestres do Universo.
E aí, sua infância também foi inspirada por esses heróis e suas icônicas aberturas? Conte na sessão de comentários abaixo.




















sábado, 1 de outubro de 2016

A Vida em Marte realmente existiu

Mawrth Vallis é um dos maiores vales de Marte e especialistas alegam que ele possa ter sido habitável há 3,6 bilhões de anos.

Enormes quantidades de água uma vez passaram por lá, durante uma época que aquele planeta era assustadoramente similar à Terra.

A Agência Espacial Europeia publicou novas imagens do que muitos estão chamando de uma descoberta notável de um vale em Marte, o qual poderia potencialmente se tornar um dos pontos principais de pouso para o ExoMars 2020.

As novas fotos de Marte, tiradas pela sonda satélite Mars Express, nos mostram uma região de mais de 530.000 metros quadrados, onde na antiguidade a água esculpiu diferentes formas na superfície do planeta.  Com incríveis 600 km de comprimento e até 2 km de profundidade, este vale é um dos maiores naquele planeta.


Grandes quantidades de água uma vez passaram através dele, partindo de uma região mais alta, parte da qual aparece no canto inferior direito da foto, fluindo em direção às planícies das regiões norte, que são vistas no canto superior esquerdo da imagem.

Entre as mais notórias imagens, encontramos grandes quantidades de filossilicatos, (minerais de argila erodida) marcadas com uma cor mais clara, por todo o curso do vale.

Porém, mais importante, filossilicatos em Marte indicam que no passado distante a água no estado líquido existia no planeta em grandes quantidades, e que Marte pode ter sido um ambiente habitável há milhões de anos.

De acordo com relatórios da Agência Espacial Europeia, restos de cinzas de vulcões são visíveis na forma de rochas com o topo escuro, e podem ter protegido traços de organismos vivos na argila.

Para obter esta fascinante imagem de Marte, os cientistas uniram nove imagens tiradas por uma câmera de alta-resolução abordo da Mars Express.





Teria a vida alienígena uma vez existido por lá?


Vale notar que tudo sobre Marte mudou com as recentes descobertas.  No início deste ano, os cientistas descobriram que Marte uma vez teve mais água que o Oceano Ártico e que os oceanos estiveram presentes na superfície daquele planeta por um período de mais de 1,5 bilhões de anos, o suficiente para desenvolver a vida tal como a conhecemos.

A descoberta mostrou que, por sobre os últimos 3,7 bilhões de anos, Marte perdeu perto de 57 por cento de sua água.

Sharon Wilson, do Instituto Smithsoniano em Washington, disse:

“Descobrimos vales que carregavam a água até a bacia de um lago.  Várias bacias de lagos enchiam e transbordavam, indicando que havia uma considerável quantidade de água sobre a paisagem durante aquele tempo.”

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